terça-feira, 5 de agosto de 2008

A história Não-Mitológica

Olá galera, estamos por aqui mais uma vez, semana passada não foi possível a publicação da nossa coluna, mas como prometido, irei falar hoje da versão não-mitológica da música.
A origem mecânica e não-mitológica da música divide-se em duas partes: a primeira, na expressão de sentimentos através da voz humana; a segunda, no fenômeno natural de soar em conjunto de duas ou mais vozes; a primeira seria a raiz da música vocal; a segunda, a raiz da música instrumental.
Na história não-mitológica da música são importantes os nomes de Pitágoras, inventor do monocórdio para determinar matematicamente as relações dos sons, e o de Lassus, o mestre de Píndaro, que, perto do ano 540 antes de Cristo, foi o primeiro pensador a escrever sobre a teoria da música.
Outro nome é o do chinês Lin-Len, que escreveu também um dos primeiros documentos a respeito de música, em 234, antes de Cristo, época do imperador chinês Haung-Ti. No tempo desse soberano, Lin-Len -que era um de seus ministros estabeleceu a oitava em doze semitons, aos quais chamou de doze lius. Esses doze lius foram divididos em liu Yang e liu Yin, que correspondiam, entre outras coisas, aos doze meses do ano.
Origem Física e Elementos
A música, segundo a teoria musical, é formada de três elementos principais. São eles o ritmo, a harmonia e a melodia. Entre esses três elementos podemos afirmar que o ritmo é a base e o fundamento de toda expressão musical.
Sem ritmo não há música. Acredita-se que os movimentos rítmicos do corpo humano tenham originado a musica. O ritmo é de tal maneira mais importante que é o único elemento que pode existir independente dos outros dois: a harmonia e a melodia.
A harmonia, segundo elemento mais importante, é responsável pelo desenvolvimento da arte musical. Foi da harmonia de vozes humanas que surgiu a música instrumental.
A melodia, por sua vez, é a primeira e imediata expressão de capacidades musicais, pois se desenvolve a partir da língua, da acentuação das palavras, e forma uma sucessão de notas característica que, por vezes, resulta num padrão rítmico e harmônico reconhecível.
O que resulta da junção da melodia, harmonia e ritmo são as consonâncias e as dissonâncias.
Acontece, porém, que as definições de dissonâncias e consonâncias variam de cultura para cultura. Na Idade Média, por exemplo, eram considerados dissonantes certos acordes que parecem perfeitamente consonantes aos ouvidos atuais, principalmente aos ouvidos roqueiros (trash metal e afins) de hoje.
Essas diferenças são ainda maiores quando se compara a música ocidental com a indiana ou a chinesa, podendo se chegar até à incompreensão mútua.
Para melhor entender essas diferenças entre consonância e dissonância é sempre bom recorrer ao latim:
Consonância, em latim consonantia, significa acordo, concordância, ou seja, consonante é todo o som que nos parece agradável, que concorda com nosso gosto musical e com os outros sons que o seguem.
Dissonância, em latim dissonantia, significa desarmonia, discordância, ou seja, é todo som que nos parece desagradável, ou, no sentido mais de teoria musical, todo intervalo que não satisfaz a idéia de repouso e pede resolução em uma consonância.
Trocando em miúdos, a dissonância seria todo som que parece exigir um outro som logo em seguida.
Já a incompreensão se dá porque as concordâncias e discordâncias mudam de cultura para cultura, pois quando nós, ocidentais, ouvimos uma música oriental típica, chegamos, às vezes, a ter impressão de que ela está em total desacordo com o que os nossos ouvidos ocidentais estão acostumados.
Portanto o que se pode dizer é que os povos, na realidade, têm consonâncias e dissonâncias próprias, pois elas representam as suas subjetividades, as suas idiossincrasias, o gosto e o costume de cada povo e de cada cultura.
A música seria, nesse caso, a capacidade que consiste em saber expressar sentimentos através de sons artisticamente combinados ou a ciência que pertence aos domínios da acústica, modificando-se esteticamente de cultura para cultura.
Espero que vocês tenham gostado do tema, até a próxima.

por Beto Oliveira

segunda-feira, 21 de julho de 2008

A história mitológica da Música


Oi pessoal...Estamos aqui mais uma vez. Hoje vamos navegar na mitologia grega e conhecer a versão mitológica sobre a origem da música.
Segundo a mitologia grega, a música, no mundo ocidental, começou com a morte dos Titãs.
Conta-se que depois da vitória dos deuses do Olimpo sobre os seis filhos de Urano (Oceano, Ceos, Crio, Hiperião, Jápeto e Crono), mais conhecidos como os Titãs, foi solicitado a Zeus que se criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos Olímpicos. Zeus então partilhou o leito com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas e, no devido tempo, nasceram as nove Musas.
Entre as nove Musas estavam Euterpe (a música) e Aede, ou Arche (o canto). As nove deusas gostavam de freqüentar o monte Parnaso, na Fócida, onde faziam parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Há também, na mitologia, outros deuses ligados à história da música como Museo, filho de Eumolpo, que era tão grande musicista que quando tocava chegava a curar doenças; de Orfeu, filho da musa Calíope (musa da poesia lírica e considerada a mais alta dignidade das nove musas), que era cantor, músico e poeta; de Anfião, filho de Zeus, que após ganhar uma lira de Hermes, o mais ocupado de todos os deuses, passou a dedicar-se inteiramente à música.
Se estudarmos com cuidado a mitologia dos povos, perceberemos que todo o povo tem um deus ou algum tipo de representação mitológica ligado à música. Para os egípcios, por exemplo, a música teria sido inventada por Tot ou por Osíris; para os hindus, por Brama; para os judeus, por Jubal e assim por diante, o que prova que a música é algo intrínseco à historia do ser humano sobre a Terra e uma de suas manifestações mais antigas e importantes.
A mitologia grega é de um fascínio admirável, pois nos coloca em um mundo de deuses e histórias encantadoras e cheias de mistérios que prende e encanta quem devora seu mundo. Na nossa próxima edição trataremos da história não-mitologica da música”. Até lá...

segunda-feira, 23 de junho de 2008

“Green Heat”? ...“sombrero verde”...? Você conhece?


Oi galera, tudo bem? Estamos aqui mais uma vez, hoje para conhecer sobre a história de uma das bandas de maior sucesso na atualidade. O grupo mexicano Maná, conhecido em todo o mundo pelo seu sucesso: "Angel de Amor", e no Brasil pelo single “Vivir sin airi” trilha sonora da novela “Mulheres Apaixonadas” em 2003. Os mexicanos do Maná retornaram pela segunda vez ao Brasil com fama e prestígios redobrados apresentaram-se neste mês de junho em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. A banda está promovendo a divulgação do novo álbum, o ao vivo "Arde el cielo", que também contém duas músicas inéditas. A formação que visitou o país é formada por: Fernando Olvera (voz e guitarra), Juan Calleros (baixo), Sergio Vallín (guitarra) e Alejandro "El Animal" (bateria).
A banda, que tinha Fernando Olvera no vocal, Juan Diego Calleros no baixo e seu irmão Ulises na guitarra, começou tocando em pequenos bares de Guadalajara na Cidade do México. Nessa época, final dos anos 70, a banda se chamava "Green Hat" mas depois os rapazes resolveram mudar o nome para sua tradução em espanhol: "Sombrero Verde". O mesmo eles fariam com as músicas, que agora também passariam a serem traduzidas do inglês para o espanhol.Um pouco mais à frente, em 1985, um novo percursionista, Alejandro González, de raízes afro-cubanas, foi integrado ao grupo.Mas, só em 1986, a banda resolveu mudar seu nome para Maná. Continuaram tocando em pequenos bares até que assinaram contrato com a Warner Music México. Em 1989, produziram seu primeiro álbum com a nova gravadora, "Falta Amor". O disco, que não teve repercussão imediata, explodiu dois anos depois com a música "Rayando el Sol".Em 1992, dois novos integrantes se juntaram ao grupo: Iván González nos teclados e César López na guitarra. O segundo CD do Maná "Dónde Jugáran los Niños?" Foi lançado no mesmo ano e não deu outra, mais uma vez, foi sucesso indiscutível, superlotando estádios nos shows por todo o México. Em 1993 a banda começou a sua globalização. Com o lançamento deste segundo disco um dos integrantes Ulises guitarrista da banda, largou a guitarra para se tornar um dos representantes do grupo.A turnê dos mexicanos passou por quase todos os países da América Central, América do Sul, Espanha, e comunidades de língua espanhola nos EUA. "Dónde Jugáran los Niños?" Chegou a ficar por 97 semanas entre os 50 Mais da Bilboard Latina. Porém, neste mesmo ano de 1993, Iván Gonzáles e César López resolveram largar a banda. O futuro do Maná ficou ameaçado, mas como eram Fernando Olvera e Alejandro González quem compunham as músicas, a banda pôde continuar sem os outros dois. Mesmo assim, Fher e Alex ainda precisavam de um guitarrista e por meio de uma convocação nacional encontraram Sergio Vallín para assumir a guitarra.Em 1995, a banda já era tão conhecida e tinha tamanho sucesso que até mesmo o diretor de cinema Francis Ford Coppola pediu aos “caras” uma música para a trilha sonora de seu filme, "My family". Neste mesmo ano, a banda ganhou o prêmio da Billboard pelo melhor álbum de pop rock. No mesmo ano a banda gravou o CD "Cuando Los Ángeles Lloran" que atingiu vendas superiores a 500 mil unidades nos EUA.Feitos não faltam para esses mexicanos do Maná. Em 1996, a banda foi indicada ao Grammy e depois de lotar shows por todo o mundo, o grupo chegou a ser anunciado como a maior banda de rock latino do mundo.Em 1997, o Maná se reuniu novamente para gravar mais um álbum "Sueños Liquidos", que foi lançado em outubro daquele ano. Em 1999, o álbum ganhou o Grammy de melhor Realização de Rock/Alternativo Latino, feito inédito na história do rock mexicano.Depois de terem gravado um CD Unplugged para a MTV também em 1999, o Maná voltou a se reunir em 2002 para gravar o álbum, "Revolucion de Amor".Com a música "Angel de Amor" inserida neste trabalho.
Em 2006 o quarteto lançou o álbum “Amar es combatir”. A banda ganhou no ano de 2007 o Grammy na categoria ‘Melhor Álbum Latino de Rock’ por este álbum.
E assim, essa galera “gente bôa”, continua fazendo turnês ao redor do mundo e concorrendo a diversos prêmios internacionais. As músicas com forte preocupação político-social continuam enraizadas no grupo. Se você quer ouvir o mais novo single de trabalho do mais novo álbum da Banda Maná “Si no ti hubieras ido” é só pedirr na Rádio Estação Pop e conferir. Um abraço! e até nossa próxima edição.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

O Samba


Em uma de nossas edições, falamos de Cartola um dos grandes compositores do nosso país, mais que não teve seu reconhecimento diante da sociedade brasileira. Apesar de ficarmos entristecidos pelo que aconteceu ao talentoso Cartola, a música popular brasileira sempre exerceu grande fascínio na sociedade. Imprimiu valores, definiu costumes e fortaleceu sua identidade cultural no mundo ocidental. O século 20 foi fortemente marcado pelo aparecimento do rádio como divulgador da chamada música urbana. Ritmos e gêneros foram surgindo, definindo conceitos musicais, que foram incorporados à chamada sociedade de consumo.O ano de 1917 marcou profundamente o início do samba, ainda que de forma imprecisa, como gênero urbano. A paródia gerada a partir de uma reportagem (“O chefe da polícia / pelo telefone / manda me avisar / que na Carioca / tem uma roleta / para se jogar”), lançou o samba como forma musical e fenômeno social. O samba “Pelo telefone” foi o primeiro samba gravado, embora se discuta sua autoria e sua caracterização como samba. Donga, o provável autor, mandou registrar a partitura na Biblioteca Nacional, abrindo caminho para a comercialização do gênero e a profissionalização do músico, estruturando a partir de então, toda a ordem musical vigente.Com o aparecimento do disco, e o surgimento do fonógrafo, a profissão de cantor ganhou força no cenário artístico. Com a modificação do sistema mecânico de gravação pelo sistema elétrico, cantores de menor expressão e talento, puderam expor suas vozes, massificando o samba e enriquecendo a indústria, que explorava o samba de maneira desordenada. Os anos 40 foram marcados pela criação da SBAT (Sociedade Brasileira de Autores Teatrais), que era responsável pela arrecadação de direitos autorais pela execução de músicas em rádios, shows e bailes. O samba “Pelo telefone” foi o mote principal para a definição da origem e caracterização do gênero. Produto da resistência da cultura negra, resultado da inserção urbana dos negros após a escravidão. Foi chamado de evento social no século XVII, eximindo seu caráter musical. Foi caracterizado também como Batuque, coreografia ou dança acompanhadas por uma forte instrumentação percussiva, originária da África. Sob o ponto de vista estético, podemos traçar um paralelo com as tradições jazzísticas. O Ragtime foi um estilo de jazz predominante do final do século XIX, marcado por forte acentuação rítmica, assim como o samba, de ritmo binário e sincopado. Espero que vocês juntamente conosco aprenda um pouco mais sobre gêneros musicais, como surgiu e as mudanças e as influências por eles sofridas, como o próprio samba.Abraços e até a nossa próxima edição, até lá..

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Música popular brasileira ? ou PMB ?




Oi pessoal, tudo bem? Quero começar nossa coluna de hoje, perguntando a você, qual a diferença entre a burrice e a inteligência? ... A resposta é muito simples. A inteligência pode ser testada e a burrice sempre surpreende. Estas considerações são extremamente pertinentes no que diz respeito a todo lixo fonográfico que vem sido produzido na atualidade. São músicas de baixo calão, que não possuem um mínimo de cuidado… enfim, músicas sem alma.O engraçado disso tudo é que, assim como burrice sempre surpreende, a desgraça nunca acaba e sempre há mais degraus a se descer (já notou que quando a gente vê uma música como “dança da minhoca” e acha que nada pode ser pior surge do nada outras tantas músicas piores ainda. Como: “A dança do creu”, “Piriguete” entre outros lixos fonográficos.
Entretanto, sem querer fugir do assunto, isto pode ser aplicado também com as versões abrasileiradas de músicas estrangeiras que fizeram sucesso. E nessa seara a lista é extensa, mas limitar-me-ei a cinco exemplos óbvios (incluindo, lógico as versões sem-pé-nem-cabeça que as bandas de forró fazem por ai):

1) Wanessa Camargo – Não tô pronta pra perdoar, de Dixies Chicks Not ready to make nice ;
2) Kelly Key – Barbie Girl, versão homônima do grupo Acqua;
3) Não leve a mal – Danni Carlos, versão da música dos Pretenders;
4) Bate, bate, bate na porta do céu - Zé Ramalho, para Knockin´ on heaven´s door, de Bob Dylan;
5) Calcinha Preta – Paulinha, versão atrofiada de, Whith you de Mariah Carey;

Agora você me pergunta, porquê essas versões toscas e sem criatividade estão na “boca da mídia” fazendo sucesso? E a resposta é óbvia: Atrofia Cultural somada à preguiça mental e ao desafio de ousar e investir no próprio talento.
Amigos, nosso país é rico em compositores. Existem por aí milhares de canções bonitas, bem elaboradas, que dão inveja até a renomados poetas. Mas por incrível que pareça esses artistas não estão sendo valorizados.
É tão absurda a quantidade de regravações e versões, que a música chegou a virar um clichê. Pare e pense que você chegará à conclusão de que só se vê, só se ouve por aí, bandas e cantores fazendo sucesso com regravações de músicas antigas e versões em cima de músicas estrangeiras, que por sinal, é uma “m...”. Menosprezando assim, o trabalho dos verdadeiros compositores nacionais e internacionais que têm o duro trabalho de elaborar uma canção e olhando direitinho este problema, até parece que só temos compositores de quinta categoria no país.E o pior de tudo é que cada vez mais os cantores e grupos estão se deixando levar pelo sucesso fácil de regravações e versões e desacreditando da inteligência brasileira. E isso é muito ruim, pois enquanto não acreditarmos no Brasil, como vamos acreditar em novos talentos brasileiros? Muitas vezes esses compositores, que temos que exaltar muito mais do que propriamente os intérpretes das canções, se vêem obrigados, a seguir o fluxo do comércio, que se tornou à música. Portanto, se por acaso você se deparar com uma letra pobre, sem recursos e de baixo nível não caiam de pau nesses profissionais. Eles não têm culpa. Apenas estão sendo pressionados, pois caso não venham a seguir a regra, não terão o dinheiro no final do mês para sustentar suas respectivas necessidades e famílias.
Longe de mim, ser saudosista, mas, a verdade é que um Vinicius, Noel Rosa, Chico, Pinxinguinha como tantos outros, não virão mais. Ainda temos grandes compositores na ativa, e esses merecem ser valorizados. Mas como podemos valorizar nossa própria raiz se as pessoas que dirigem o mercado fonográfico recorrem ao modismo, à música fabricada, ao estrangeiro e às regravações?
Infelizmente a música está se transformando num grande monopólio onde os artistas de nome que lançam músicas inéditas, não têm o trabalho destacado na mídia, ao passo que bandas e cantores sem talento algum (muitas vezes sem nem uma formação musical ou um mínimo grau de escolaridade), conseguem um grande espaço para mostrar canções melosas, sem originalidade e que estamos cansados de ouvir.
É por essas e outras que eu digo que, do jeito que está, não podemos mais chamar a Música Popular Brasileira de MPB, mas de PMB (Pobre Música Brasileira). Vamos pensar grande e maltratar menos nossos verdadeiros artistas. Esses sim são os vencedores! Há muita coisa boa no mercado fonográfico brasileiro, só basta procurar um pouco. Abraços. E os fãs de Wanessa Camargo que me desculpem, mas aquela versão das Dixies Chicks "Not ready to make nice" é um lixo.

sábado, 17 de maio de 2008

Reggaeton ? O que é isso ???




Você pode até não saber o que é esse tal de reggaeton, mas aposto que já deve ter dançado muito por aí. Os hits... “Radinho de Pilha”, “Dança do Cavalo” e a tal da “Piriguete” que toca muito nas rádios e porta-malas de carros turbinados com alto falantes e tweeters. Então, vamos saber um pouco mais desse gênero.

O ritmo moldado nas ruas de Porto Rico, o reggaeton vem da terra dos Menudos. É uma vertente do hip hop que incendiou e continua a encediar as pistas latinas, americanas, européias e até japonesas. Surpreende agora, ao sair dos guetos para o topo das paradas americanas - Billboard, Grammy Latino, MTV Awards - e influenciar o “maistream” - como o disco da colombiana Shakira, “Fijación Oral”, reggaeton de ponta da ponta. Depois foi a vez de Jennifer Lopez voltar às origens, desembarcando em San Juan, capital de Porto Rico, ao lado do rapper Pharell Williams. J.Lo e Pharell gravaram nos estúdios da Luny Tunes, a produtora mais poderosa do reggaeton. Aos poucos, a coisa chega ao Brasil. Gasolina, do rapper Daddy Yankee, foi sucesso indiscutível nas rádios e uma das músicas mais baixadas como toque de celular. E a "neta de Francisco" Wanessa Camargo também importou e incorporou o gênero, no seu CD, “W.”
Tudo começou, no final dos anos 80, mais ou menos na mesma época em que, Thaíde e DJ Hum lançavam os pilares do movimento hip hop brasileiro, na Estação São Bento do Metrô em São Paulo. A associação entre o hip hop brasileiro e o reggaeton, o hip hop porto-riquenho, é inevitável. As raízes do reggaeton estão no Panamá, como invenção do rapper El General. Era o "spanish reggae". O reggae cantado em espanhol fez um certo sucesso e logo foi importado por um clube de Porto Rico, o The Noise. Lá, aspirantes a rapper improvisavam em cima dos discos de reggae vindos do Panamá, sob a batuta da trinca de DJs do reggaeton - DJ Nelson, Mr Goldy e DJ Playero. Foram aqueles garotos que aperfeiçoaram o ritmo e o levaram ao sucesso, se tornando as estrelas de hoje - como Daddy Yankee, Tony Touch, Tempo, Vico C. A mensagem das ruas é a mesma - a luta de classes pós-moderna, a pobreza nas esquinas, o convívio com as drogas, bandidagem, a vida na periferia, o sexo -, só muda a base. E é justamente a base do reggaeton que chama a atenção e faz do ritmo algo de fato contagiante. Os caras pegaram o sex appeal do próprio dancehall jamaicano e misturaram à pegada latina, principalmente a salsa. A base suaviza os vocais nervosos dos rappers, que cantam num inacreditável splanglish. Dito isso, não é difícil de imaginar como são os bailes: praticamente iguais aos bailes funk do Rio. Muita popozuda, muita calça jeans de cintura baixa. Os artistas, que parecem ter deixado a inocência e caído de vez no “showbizz”, dão o que o povo quer - são muitas as letras de duplo sentido. O documentário Chosen Few, que reconstrói a história dos ex-garotos pobres de San Juan, levanta a polêmica sobre a associação entre o reggaeton e o sexo. Rappers e produtores dão de ombros. "Quando você é pobre, a única coisa que te faz feliz, de graça, é o sexo. O que mais se pode fazer sem gastar dinheiro?", questiona o produtor Luny Tunes. Críticas à parte, os rappers porto-riquenhos, agora estabelecidos como astros pop e com contratos com as maiores gravadoras do mundo, acreditam que o reggaeton amplifica a voz do povo latino. Mas, o maior alvo aí, é a indústria cultural americana que eles conseguiram tomar de assalto.
É isso aí, viva o reggaeton...Yes!!!

terça-feira, 13 de maio de 2008

Dance Music



Nos últimos anos esse gênero musical vem tomando conta das pistas de todo o mundo e cresce cada vez mais entre os jovens, é uma nova vertente da música eletrônica vem ganhando cada vez mais adeptos. O estilo "Vocal" une o som das pick-ups dos DJs com a melodia das vozes de cantores. Não é uma idéia nova, mas está ganhando força em todos estilos da e-music, principalmente no Dance tocado nas principais casas noturnas do mundo inteiro. Quem nunca ouviu falar de Lasgo, Astronile, Dee Dee, Ian Van Dahl, Orion Too ou Gigi D’Agostino?No início do Techno, em meados dos anos 80, o som era determinado basicamente por samplers e efeitos, criando ritmos longos e repetitivos que não contavam com qualquer tipo de voz humana. Mais tarde, foram adicionadas algumas palavras e frases, apenas por rápidos segundos. Porém, esses pequenos trechos falados tinham importância imensa na base musical das produções.O House foi o precursor do vocal na música eletrônica. Esse estilo foi iniciado nos anos 80, com DJs de Chicago e Nova York que começaram a fundir os vozeirões do disco e do soul com sons eletrônicos baseados em acordes de piano e linhas movimentadas de baixo.Nos anos 90, o som eletrônico já estava impresso na sociedade urbana e contava com um público que abrangia muito mais do que os guetos e os clubes underground. Essa época é considerada o auge da e-music, com as melhores produções e hinos do cenário. Foi também nessa época que o Dance começou a se disseminar, ganhando lugar nas rádios de todo o mundo. Um dos responsáveis por esse sucesso foi Todd Terry, que se utilizava de sonoridades antigas como o Disco e o Break e reformulava o som, formando o Dance. Todd usou vozes conhecidas, trabalhando com cantoras como Martha Wash, Jocelyn Brown e Shannon. O Dance foi amplamente disseminado como uma música comercial e agradável tanto para ser dançada quanto ouvida, bem diferente do Techno dos anos 80, agressivo e barulhento.A partir de 1995 surgiram autores como Culture Beat, Gala, Molella, Nick French, Whigfield e Surama K que fizeram o que é conhecido atualmente como Flashback, o "Dance do Passado". Nessa época a canção já era utilizada como nas produções comerciais atuais, usando o vocal com refrões marcantes e extensos para complementar o som principal. Logo depois, a utilização do vocal já fazia parte de inúmeros estilos e movimentos musicais que foram sendo criados - Trance, Hardstyle, Deep, Progressive, Drum n’ Bass, entre outros.O comercial faz enorme sucesso por seu tom vibrante e fácil de ouvir. É muito tocado nas casas noturnas e rádios, invadindo os charts mundiais e caindo no gosto da galera. Atualmente existem diversas classificações que determinam as vertentes do estilo, todas similares entre si: hi-nrg, ítalo, dance e eurobeatAlguns adoram, outros detestam. O fato é que a Dance Music forma opiniões e ajuda a divulgar a música eletrônica, fazendo com que as pessoas aceitem as tendências da nova geração.

terça-feira, 29 de abril de 2008

Juanes: de roqueiro radical a ídolo pop


Olá pessoal tudo beleza, estamos por aqui mais uma vez, hoje pra contar um pouco da história de um dos cantores latinos da atualidade que destaca-se no cenário da música mundial, com direito até a “single” como trilha sonora de novela no horário nobre da tv brasileira. Iremos tratar ou melhor falar, sobre um pouco da história de um dos cantores latinos mais conhecidos,requisitados e premiados da atualidade, Juan Esteban Aristizábal Vázquez, “esse é o cara”, que no Brasil ficou conhecido pelo seu hit “Para tu amor”. Conhecido por Juanes, nascido em Medellin na Colombia no dia 09 de agosto de 1972 é um cantor, compositor, guitarrista e produtor colombiano. Seu nome artístico, Juanes, surge da união de seu primeiro nome e a primeira sílaba do segundo. Por aqui no nosso “brazuca”, não é diferente não, é muito comum se usar a junção de nomes com sobrenome ou nome de parentes para se chegar a um nome próprio, que muitas vezes não agrada.Tenho uma “porrada” de amigos e amigas que cujo os nomes, derivam de uma junção de nomes de familiares, e até hoje reclamam pelo agraciamento ás vezes agradável, outras vezes nem tanto assim, por receberem um nome que não os deixam satisfeitos e as vezes preferem criar um nome fictício pra fugir da azaração dos amigos. Mas deixemos os nomes de lado e continuemos a falar de música ou melhor d’ele, Juanes que começou sua carreira artística como membro de uma banda punk denominada “Ekhymosis”, no ano de 1988. Entretanto, obteve o reconhecimento internacional ao iniciar sua carreira como solista. No ano de 2000 Juanes conheceu o produtor Gustavo Santa allala que o transformou de roqueiro radical a ídolo pop, mas sem estragar sua música. Juanes começou a destacar-se tanto nos países Panamericanos quanto nos Estados Unidos. Atualmente é um dos artistas latinos de maior trajetória internacional, conseguindo nos últimos anos ganhar 12 Prêmios Grammy Latinos, 5 Prêmios MTV e 6 Prêmios Lo Nuestro, entre outros reconhecimentos internacionais.
Entre seus maiores sucessos estão os singles A Dios le Pido, Voverte a ver, La Tierra, Para Tu Amor trilha sonora de de novela brasileira e o hit La Camisa Negra, número um em diversos países da América, Europa e Ásia. Sua discografia: “Fijate Bien”, 2000 , “Un Dia Normal”, 2002 “Mi Sangre”, 2004 , e o atual “LaVida Es Un Ratico”, de 2007 . é galera... o cara tem bagagem!!! Fiquem com Deus e até a próxima.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Charlie Brown Jr. O coro vai comê!!!! A história da banda



Caros leitores, hoje conheceremos um pouco mais do Charlie Brown Jr a história desses “meninos do rock” começou quando Chorão, após vários copinhos de chopp, começa a cantar em uma mesa de bar, em Santos. Em uma grande coincidência, um cara que se encontrava no bar, estava à procura de alguém para ser vocalista da sua banda, “What´s Up”, e se encantou com a voz de Chorão, assim o convidou para fazer um teste no dia seguinte.
“Comecei a cantar, cantar, cantar e o cara me disse que tava bom porque melhor ele não ia encontrar” conta Chorão. Depois de gravar uma fita demo, em 1992, Chorão cansou de receber ordens e resolve montar a sua própria banda.
Foi aí que ele se juntou a Marcão (guitarra) e Champignon (baixo e beat-box) e formaram o Charlie Brown Jr. Não muito tempo depois, dois integrantes abandonam a banda e Thiago (guitarra) e Pelado (bateria) tomam posse dos lugares.
Resolveram dar o nome de “Charlie Brown Jr”, não em homenagem ao personagem pentelho de desenho animado, dono do Snoopy, como muitos pensam. “Charlie Brown” era o nome de um quiosque de praia, cujo dono Chorão atropelou com um carro. 'Jr' é porque eles se consideram 'frutos' de uma nova geração da música.
A banda ralou bastante até alcançar o sucesso. Gravaram duas fitas demo, mas somente a terceira chegou até o produtor musical Rick Bonadio (famoso por ter trabalhado com os Mamonas Assassinas), que gostou do trabalho do grupo e resolveu investir. A banda foi crescendo até ser contratada pela gravadora Virgin.
O primeiro álbum, 'Transpiração Contínua e Prolongada', foi lançado em Junho de 1997, e estorou nas rádios com a música 'O Coro vai Comê!'. Chorão teve que fazer de tudo para ganhar dinheiro. "O Coro Vai Comê já estava estourando na cidade de São Paulo e eu passando fome em Santos, tá ligado?", diz. Ele passou fome mesmo. Esperava a namorada chegar do trabalho e, com o ticket refeição dela, de 5 reais, comprava duas esfihas, um refrigerante e uma garrafa de água.
"As pessoas não sabem nada da minha vida, mas ainda assim me julgam."
Com o sucesso cada vez mais numeroso, 'Charlie Brown' recebeu o prêmio de 'Banda Revelação' no VMB (Video Music Awards) dado pela MTV, em 1997. A partir daí, eles não pararam mais. Lançaram o segundo CD 'Preço Curto... Prazo Longo', o que rendeu uma turnê para lugares jamais visitados. Nesta mesma época, Thiago abandona o grupo para casar, tornando os 'Charlie Brown Jr' em um quarteto.
Em menos de um ano, lançaram o terceiro disco, 'Nadando com os Tubarões' e já pensavam na criação e produção do próximo. Ganharam prêmios e prêmios, um atrás do outro, entre eles: 'A Escolha da Audiência', no VMB (Video Music Brasil), da MTV, em 1998.
Quando pensávamos que eles iam entrar de férias, eles já estavam dentro de estúdio gravando '100% Charlie Brown Junior - Abalando sua Fábrica' que chegou às rádios pouco tempo depois.
O quinto CD 'Bocas Ordinárias' contou com onze faixas assinadas, como sempre, por Chorão, Marcão, Champignon e Pelado e tem uma homenagem à Legião Urbana, a cover de 'Baader-Meinhof Blues'. A produção ficou por conta de Tadeu Patola, que participou dos três primeiros CDs do CBJR.
O ano de 2003 foi especial para o Charlie Brown Jr, que ficou com o prêmio mais importante do Video Music Brasil, (agosto/03) a Escolha da Audiência, pelo vídeo de 'Papo Reto (Prazer é Sexo, o Resto é Negócio)'.
Com o lançamento do sexto CD, o tão esperado "Acústico MTV" o CBJR consagra o Rock Brasileiro com momentos inesquecíveis. No repertório estão presentes "Samba Makossa" de Chico Science, com participação especial de Marcelo D2 e "Hoje" do Camisa de Vênus, com a participação do próprio Nova, e enfim "Oba Lá Vem Ela" de Jorge Benjor, além das outras "Vícios e Virtudes" e "Não Uso Sapato".
Bem pessoal aí está um bom exemplo de que lutar pelo que se acredita, apesar dos contra tempos, vale a pena. “Chorão que o diga.” Até a próxima.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Moinho, de Emmanuelle Araújo, lança 1º disco no Rio


Na noite da última terça-feira, o grupo Moinho, da atriz e ex-Banda Eva Emmanuelle Araújo, fez uma apresentação no Canecão, Rio de Janeiro. O show promoveu o lançamento do primeiro álbum da banda, Hoje de Noite.

A banda, que também composta pela percussionista Lan Lan - famosa por tocar com Cássia Eller - e o guitarrista Toni Costa, apresentou canções de Dorival Caymmi, Ana Carolina e músicas próprias. A apresentação ainda contou com as participações de Nando Reis e Jussara Oliveira.
O Moinho foi criado em 2006 e começou com um repertório no qual predominava os sambas baianos. Hoje, a banda aposta numa mistura de samba, rock e chorinho, que remete à época de samba-rock de Jorge Ben e aos Novos Baianos

Novo disco de Mariah Carey vende 150 mil no 1º dia de lançamento


Na última quarta-feira, o novo disco da cantora americana Mariah Carey registrou a venda de 154 mil unidades. O alto índice foi conquistado logo no primeiro dia de lançamento de E=MC2.

Baseado nas altas vendas registradas em nove cadeias de lojas dos EUA, espera-se que Mariah conquiste a posição número 1 na lista Top 200 da Billboard da próxima semana.
O número alcançado por E=MC2 é cinco vezes maior que o total do primeiro dia de vendas de Spirit, de Leona Lewis, atual pole position das paradas.

Após um ano, Britney Spears volta a cantar


A cantora Britney Spears voltou a freqüentar um estúdio para cantar e tentar acabar com um "bloqueio criativo" que a assola, segundo informações do site Entertainment Wise.

No início da semana, Britney foi duas vezes a um estúdio em Burbank acompanhada de Larry Rudolph, que afirmou que a cantora estava apenas se divertindo.
Britney teria tocado piano e cantado algumas de suas músicas. "Foi uma experiência muito positiva pra ela", disse uma fonte.
A popstar estaria empenhada em retomar sua carreira, agora que está livre de drogas e bebidas alcoólicas. Uma possível turnê para promover o disco Blackout também pode estar em seus planos.

Bryan Adams faz show fechado em São Paulo


O cantor canadense Bryan Adams tocou na noite da última quarta-feira em um show fechado para convidados, patrocinado pela Band, em São Paulo.

O músico, que trouxe sua turnê Anthology para a cidade em março de 2006, fez uma passagem relâmpago pelo País para promover o novo disco, 11º de estúdio, chamado simplesmente de 11.
Bryan Adams não descartou um retorno ao Brasil . "Vim o ano passado e acho que demorei demais para voltar. Essa visita de um dia pode servir para planejar outras", afirmou.
Depois de São Paulo, o cantor parte para a Cidade do México. Em seguida, ele se prepara para mais 11 dias de viagem pela América do Norte.
Entre os maiores sucessos de Bryan Adams estão (Everything I Do) I Do it For You, trilha do filme Robin Hood, All For Love, presente em Os Três Mosqueteiros e Have You Ever Really Loved a Woman?, parceria com o guitarrista Paco de Lucia, que fez parte do filme Don Juan DeMarco.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Amy Winehouse grava trilha do novo James Bond


A cantora britânica Amy Winehouse, 24 anos, começou a gravar na última segunda-feira a trilha sonora do próximo filme de James Bond, Quantum of Solace, informou a agência Ansa.

As sessões de gravação aconteceram na casa do amigo e produtor Mark Ronson, na cidade de Henley, condado inglês de Oxfordshire.
Amy fará diversas músicas para o novo 007, incluindo o tema central do filme.
Além disso, a cantora aceitou dar um show este ano no festival musical de Glastonbury, na Inglaterra, onde irá se apresentar acompanhada do rapper norte-americano Jay-Z.

Britney provoca acidente de trânsito e sai ilesa


A cantora Britney Spears escapou ilesa de um pequeno acidente de trânsito em uma auto-estrada de Los Angeles, na noite do último sábado, informou a polícia local.

A musa pop, 26 anos, não conseguiu frear a tempo seu Mercedes e bateu no carro que estava em sua frente, perto do subúrbio de Sherman Oaks, explicou o policial Patrick Kimball.
O acidente não deixou feridos, nem provocou danos no carro atingido por Britney Spears.
A cantora dominou o noticiário no último ano com uma série de reveses judiciais, artísticos e pessoais. Ela foi internada duas vezes no início do ano em um hospital de Los Angeles, onde permaneceu em observação.

Banda Eva estréia novo show em São Paulo


A Banda Eva, comandada por Saulo Fernandes, lançou novo show, chamado EvaNave, no último sábado, na Estância Alto da Serra, São Bernardo do Campo, em São Paulo.

O mais novo projeto do Eva consiste na apresentação de Saulo e seus músicos diretamente de um palco móvel, que percorre todo o espaço do evento.
Dez capitais, previamente selecionadas, já estão escaladas para receberem o EvaNave em 2008.
O cantor Sergio Fernandes, da banda Chica Fé, irmão de Saulo, fechou a festa. Diversos famosos como Bruno Gradin, Tierry Figueira, Iran Malfitano e os ex-BBBs Bianca, Rafael e Thalita estiveram presentes.

"Meu cachorro tem um ego maior que o meu", diz Mariah Carey


A cantora Mariah Carey riu dos boatos de que teria postura de diva e rebateu as críticas dizendo que seu cão faz mais exigências que ela, segundo a agência WENN.

"Meu cachorro tem um ego maior que o meu. Ele já parou um vôo porque esquecemos suas coisas", contou Mariah.
"Ele realmente acha que é a estrela", acrescentou.
Recentemente, a cantora cancelou seus compromissos de divulgação do novo álbum alegando não gostar de acordar muito cedo.

Roberto Carlos canta para 500 mil nos 282 anos de Fortaleza


Em show comemorativo aos 282 anos de Fortaleza (CE), o cantor Roberto Carlos reuniu 500 mil pessoas no aterro da praia de Iracema, área nobre da capital cearense. Milhares de fãs e verdadeiras legiões se espremeram perto do palco para tentar chegar mais perto do ídolo. O clima de tranqüilidade durante todo o show garantiu que idosos, crianças e jovens pudessem curtir o espetáculo. Segundo a polícia, nenhuma ocorrência foi registrada durante a noite.

Famílias inteiras como a de Margarida chegaram cedo ao aterro para não perder espaço: "é um sonho ver ele de pertinho" afirmou, emocionada. Ela e os três filhos chegaram 3 horas antes do show. Ele presenteou a cidade com clássicos como "Detalhes", "Emoções" e "Como é grande o meu amor por você".
Não faltaram peças curiosas durante a noite, que variaram desde sósias do "rei" até ambulantes que garantiam uma renda extra com a venda de acessórios para os fãs - chaveiros, bandanas, fotos, CDs e DVDs. Mesmo com o show gratuito, muita gente estava disposta a investir com a noite. A empresária brasileira que mora nos Estados Unidos, Franciene Parks, disse que prolongou a estadia em Fortaleza para assistir ao show. "Gastei R$ 500 para remarcar a passagem e ainda vou pagar R$ 300 nos bastidores para tirar uma foto. Vale a pena", disse. Roberto Carlos só havia feito um show do tipo uma vez em Copacabana, no aniversário do Rio de Janeiro, e repetiu a dose no aniversário de Fortaleza.
O evento foi organizado pela prefeitura. Em ano eleitoral, movimentou R$ 1,891 milhão, sendo R$ 1,3 milhão somente para custear o cachê de Roberto Carlos e equipe. A prefeitura foi proibida de fazer qualquer tipo de propaganda da gestão, bem como de usar a marca "Fortaleza Bela" durante o show e nos meses seguintes, porque, segundo a Justiça Eleitoral, poderiam ter "objetivos eleitoreiros".

Em turnê mundial, Juanes toca em Orlando


O cantor pop colombiano Juanes tocou em Orlando, EUA, no último domingo, 13 de abril, no Amway Arena. O show é parte da turnê La Vida, que no momento passa pelos Estados Unidos e depois ruma para Europa. Considerado o artista latino mais conhecido atualmente e o Bono Vox colombiano, Juanes iniciou sua turnê mundial em março. Ao final, a excursão terá completado mais de 50 shows.
Ganhador de 12 prêmios Grammy, o cantor vendeu milhões e se fez o single Me Enamora vira hit em 14 países. Juanes esteve no Brasil em 2003.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Pavarotti dublou sua última apresentação


O cantor italiano Luciano Pavarotti, meses antes de ser diagnosticado com câncer, dublou sua última apresentação, de acordo com o maestro que regeu a orquestra que acompanhou o tenor na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno, em Torino, Itália.

O maestro Leone Magiera diz em seu livro que as últimas notas de Pavarotti foram gravadas previamente porque "naquela condição física, seria muito perigoso para ele se apresentar ao vivo".
O ex-empresário do tenor disse nesta segunda que o frio castigante tornou impossível a performance do tenor.
Magiera, que trabalhou com Pavarotti por anos, diz que o tenor estava sofrendo de uma forte dor aguda e que estava usando uma cadeira de rodas antes de ser diagnosticado com câncer no pâncreas.
"A orquestra fingiu tocar para a platéia, eu fingi reger e Luciano fingiu cantar", escreveu Magiera em Pavarotti Visto Da Vicino (Pavarotti Visto de Perto), publicado em março deste ano. "Funcionou perfeitamente, ninguém se deu conta do truque", completou.
De acordo com Magiera, Pavarotti gravou a Turandot, famosa ária do compositor Puccini, num estúdio em Modena dias antes de sua aparição em Torino. A orquestra gravou sua parte separadamente.
A personalidade carismática e sua voz poderosa fizeram de Pavarotti um dos mais queridos e celebrados tenores e dos poucos cantores de ópera que alcançaram a fama de uma estrela do pop.
Pavarotti morreu em setembro de 2007, aos 71 anos.